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terça-feira, 12 de abril de 2011

Anjo Negro

Anjo negro!
No negro da noite vaga,
A procura de um sonho no qual possa sonhar.
Seus desejos...
Despejados em uma agonia que paira no ar.
A alma vazia...
Consumida pela angústia,
do simples existir, reverência a
     dor.
Mentiras lançadas ao léu
(letais)
Petrificam o ser,
celestial,
que em uma epígrafe
sagrada,
teve sua existência
consagrada.
Com caráter lendário,
esconde-se no submundo de seus sentimentos.
Deflagrando-se em
devaneios
Submetendo-se à triste
realidade,
de star presente em presente
devastador
Condenando uma alma
E como um uxoricida,deleita-se,
em decadência absoluta.

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